segunda-feira, 27 de abril de 2009
Jura Filho é o novo gestor da Rádio Timbira
O comunicador e narrador esportivo Jura Filho é o novo diretor da Rádio Tmbira. A informação foi passada na tarde desta segunda-feira (27), a qual ele teria ido visistar a sede da emissora oficial localizada na rua do Correio, 75, bairro de Fátima. A Secretaria de Comunicação não fez nenhum comunicado oficial sobre a nomeação do novo gestor, e nem foi anunciado a data da posse.
domingo, 26 de abril de 2009
Lobisomens de "Lua Nova" tem primeira foto divulgada
Primeira foto do grupo de lobisomens do segundo filme da série "Crepúsculo, Lua Nova" - em inglês "Twilight, New Moon", é divulgada pela produtora. Segundo o jornal americano USA Today, o quarteto custou esperanças e uma vasta busca à produção do longa. Isso porque, os garotos que viverão os inimigos naturais dos vampiros deveriam preencher algumas características: Jovens, nativos dos Estado Unidos, descendentes de índios e, para a felicidade das meninas, "malhados".A preocupação quanto à ascendência dos atores se explica pelo fato dos personagens pertencerem à tribo Quileute, localizada em La Push, Washington. Por sua vez, o quesito "boa forma física" se deve ao número de cenas feitas com o torso nu, explicadas pela alta temperatura do ecrã, cerca de 108º. O elenco escolhido para o núcleo dos lobisomens será composto por: Alex Meraz, 24 anos, da etnia Purepecha, que interpreta Paul; Chaske Spencer, 34 anos, de ascendência Lakota Sioux, que dá viada ao líder da matilha Sam Uley; Bronson Pelletier, 23 anos, descende dos Cri-Metis e encarnará o Jared e Kiowa Gordon, 19 anos, da tribo Hualapai vai viver Embry."Crepúsculo, Lua Nova" está sendo rodado no Canadá. Na trama o vampiro imortal Edward Cullen (Robert Pattinson), que se apaixona pela colegial Bella Swan (Kristen Stewart) em "Crepúsculo", deixa a amada afim de protegê-la. A protagonista busca, então, amparo em Jacob Black (Taylor Lautner) que tem um segredo que pode colocá-la em risco. O filme traz, ainda, um intrincado jogo de relações entre os núcleos de humanos, vampiros e lobisomens.A OMS alerta para "potencial pandêmico" de gripe suína
Surto, que já deixou 20 mortos no México, é "evento de preocupação internacional" Organização pede aumento de vigilância; EUA dizem não ser possível conter vírus e governo mexicano permite o isolamento de pacientes
A OMS (Organização Mundial de Saúde) afirmou neste sábado (25) que o surto de gripe suína que deixou ao menos 20 mortos no México tem potencial para se tornar uma pandemia e disse se tratar de uma "emergência de saúde pública" e um "evento de preocupação internacional"."O vírus tem claramente um potencial pandêmico porque está infectando as pessoas", declarou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. A organização, que realizou ontem reunião de emergência com especialistas para avaliar os riscos do surto, pediu ainda que os países aumentem a vigilância para eventuais casos suspeitos de gripe.A designação da gripe suína como de "potencial pandêmico" significa que o surto pode se espalhar por outros países e até mesmo por outros continentes.O alerta global do vírus, porém, se encontra ainda na fase três, o que significa que não há risco -ou o risco é limitado- de propagação entre pessoas.O governo mexicano emitiu decreto ontem que permite o isolamento de pacientes suspeitos de terem contraído o vírus, inspecionar residências e controlar entradas e saídas de pessoas do país. Já a Prefeitura da Cidade do México cancelou todos os eventos públicos durante os próximos dez dias.Nos EUA, o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) disse que não tem como conter o vírus. Ontem o Estado do Kansas confirmou dois casos da gripe, aumentando para 11 o número de infectados no país -embora nenhum tenha morrido. O CDC diz que é esperado o surgimento de novos casos no país nos próximos dias.A Prefeitura de Nova York disse ontem que oito estudantes de uma escola da cidade estão com um vírus similar ao da gripe suína. Eles ainda serão submetidos a novos exames.Embora o México tenha confirmado a morte de 20 pessoas pela gripe, o número pode chegar a 68. No total, mais de mil casos estão sendo investigados.Desde sexta as aulas estão suspensas por tempo indeterminado, e museus e bibliotecas, fechados. O governo pediu que quem apresentasse sintomas de gripe não saísse de casa.A maioria dos mexicanos mortos por esse novo vírus é jovem e saudável. O fato preocupa porque tradicionalmente surtos simples têm como principais vítimas idosos e crianças, enquanto grandes epidemias atingem a faixa de menor risco.O vírus que agia nos porcos provavelmente sofreu mutações e acabou sendo transmitido para humanos. Trata-se de vírus de gripe A, designado como H1N1, que tem DNA de vírus aviários, suínos e humanos.
No Brasil - O Ministério da Saúde anunciou, em nota, que acionou o Gabinete Permanente de Emergência para avaliar diariamente a evolução dos casos.
Fonte: Folha de São Paulo
Deu na 'Veja': Sarney e a perpetuação da miséria
A revista "Veja" publica extensa matéria sobre "a perpetuação da miséria no Maranhão" e sua relação com as décadas de domínio da família Sarney. O texto destaca os péssimos indicadores sociais do Maranhão e a evolução do patrimônio do clã Sarney estimado em cerca de R$ 125 milhões. Leia abaixo a íntegra da matéria da "Veja", que já está nas bancas de São Luís.A perpetuação da miséria
Sob o domínio dos Sarney, o Maranhão não é diferentedo da época do padre Antonio Vieira. É o estado do M dementir: mentir com palavras, com obras, com pensamentos
A população do Maranhão está outra vez sob velha direção. Roseana Sarney, herdeira da mais antiga oligarquia política vigente no país, assumiu o governo do estado pela terceira vez. Ela não voltou ao poder nos braços do povo, mas por determinação da Justiça. O Tribunal Superior Eleitoral entendeu que Jackson Lago, que ocupava o cargo de governador, cometeu inúmeros abusos durante a campanha eleitoral de 2006 e cassou-lhe o mandato. Roseana ficou com a vaga porque foi a segunda colocada na eleição. Depois de tomar posse, prometeu cortar gastos, moralizar a administração pública e trabalhar duro para melhorar a vida das pessoas. Seria ótimo, se não soasse como piada várias vezes recontada. O clã Sarney manda e desmanda no Maranhão há cinquenta anos. Dos treze últimos governadores, apenas dois – incluindo Lago – foram eleitos fora de sua órbita de influência. Apesar de hoje ser senador pelo Amapá, José Sarney continua dando as cartas no estado. O resultado desse domínio é visível a olho nu: a família Sarney está milionária, mas o Maranhão lidera o ranking brasileiro de subdesenvolvimento.
O ciclo dos Sarney começou em 1955, quando José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, então com 25 anos, foi eleito deputado federal. Ele adotou como sobrenome o nome do pai, Sarney Costa, que era desembargador, pois todos o conheciam como "Zé do Sarney". Jovem, afeito à literatura e ligado a rodas intelectuais, vendia a ideia de que poderia oxigenar a caquética política maranhense, comandada havia vinte anos por Victorino Freire, um dos muitos coronéis do Nordeste. Sarney conseguiu se eleger governador pela primeira vez em 1965. Quando assumiu, fez o exato oposto do que havia prometido – e o Maranhão apenas trocou de coronel. Daí para a frente, ele nunca mais largou o osso. No regime militar, consolidou sua liderança e solapou a oposição local. Na democracia, chegou à Presidência da República por meio de um golpe – dessa vez do destino, com a morte de Tancredo Neves. Nas administrações federais que se seguiram, manteve a coerência. Ou seja, se há governo, é a favor. Agora, aos 79 anos, voltou a ser presidente do Senado. É um patriarca sem outono à vista.
Enquanto isso, o inverno não tem fim no Maranhão, apesar do clima cálido. O inverno da perpetuação da miséria. "Sarney e seus aliados vendem a ideia de que só eles poderão, um dia, levar o progresso ao Maranhão. Para alimentarem a ilusão, usam a ‘política da migalha’, que se baseia na concessão de pequenos benefícios para a população, sem que nada avance de verdade", diz o historiador Wagner Cabral da Costa, professor da Universidade Federal do Maranhão. Cinco décadas dos Sarney no poder e o estado exibe 21,5% de analfabetos, 87% de domicílios sem acesso à rede de saneamento e 65% das pessoas dependentes de ajuda governamental para sobreviver. A primeira estação de tratamento de esgoto só foi inaugurada em 2001. Dos vinte municípios brasileiros com pior colocação no ranking nacional do Índice de Desenvolvimento Humano, oito estão no Maranhão. O mais pobre deles, Centro do Guilherme, se fosse um país, estaria posicionado internacionalmente entre o Quênia e o Haiti.
Roseana Sarney já governou o Maranhão entre 1995 e 2002. Confrontada com o quadro de calamidade, ela disse a VEJA: "Questiono esses indicadores negativos. Eles só apareceram quando eu tentei me candidatar a presidente, em 2001. Eu só vejo o Maranhão crescer. Aqui, não há nem quem seja tão rico nem quem seja tão pobre. Não há o milionário nem o miserável". Dito assim, parece a Suécia social-democrata. Há cinco meses, Roseana sabe que precisa se submeter a uma cirurgia para retirar um coágulo de 6,4 centímetros do cérebro. O prazo para a cirurgia já expirou, era no fim de março, mas ela adiou a intervenção quando soube da possibilidade de assumir o governo. "Não foi por sede de poder, mas por responsabilidade. E eu estava nervosa com essa história toda, não podia operar a cabeça", afirma. Agora que se diz mais tranquila, ela vai se licenciar do cargo para realizar a cirurgia.
Antes de se afastar, Roseana quer deixar sua equipe de governo montada. Está trabalhando rápido. Em menos de dez dias, já entupiu a máquina pública de apaniguados. O novo secretário de Saúde, por exemplo, é Ricardo Murad, seu cunhado. A titular da Secretaria da Mulher, Paulinha Lobão, é nora do ministro Edison Lobão, principal aliado dos Sarney. A única credencial dela para o cargo, além do sobrenome, é o fato de apresentar um programa de variedades na emissora de TV do sogro (Lobão detém a retransmissora do SBT no Maranhão; os Sarney, a da Globo). "Estou criando um governo de coalizão. Acho que a Paulinha pode contribuir", diz Roseana.
Os Sarney fazem jus a uma tradição secular. Em 1654, o padre Antonio Vieira proferiu em São Luís um de seus mais ácidos sermões. Ele atribuiu ao M de Maranhão algumas qualidades que permanecem inabaláveis: M de murmurar, M de motejar, M de maldizer, M de malsinar, M de mexericar e, sobretudo, M de mentir: mentir com as palavras, mentir com as obras, mentir com os pensamentos. Por ironia, um dos locais da capital maranhense que mais receberam pregações de Vieira, o convento das Mercês, edifício de enorme importância histórica, foi tomado pelos Sarney. O local, com 6 500 metros quadrados, viu-se transformado em museu do chefe do clã, com fotos, cartas, objetos pessoais e todo tipo de quinquilharia que possa remeter ao culto do Augusto do Maranhão.
ESTÁ TUDO DOMINADO
No Maranhão, para onde se olha há uma rua, uma ponte ou uma obra pública que homenageia os membros da família Sarney
O autoelogio, aliás, é uma compulsão familiar. Apesar de ser proibido colocar nomes de pessoas vivas em obras, ruas ou praças, no Maranhão só dá Sarney. O nome está em avenidas, pontes, hospitais, escolas, bairros, na sede dos tribunais de Contas e de Justiça e até na rodoviária. Se considerado o estado todo, são mais de 400 homenagens a Sarney e seus parentes. O caso mais esdrúxulo é o de Fernanda Sarney, a netinha do ex-presidente, que, aos 6 anos, viu seu nome ser usado para batizar uma escola recém-inaugurada na cidade de Bom Jardim. Como diria Orson Welles, tudo é verdade.
Não que a vida dos maranhenses tenha mudado na gestão do recém-defenestrado Jackson Lago. Seus dois anos de governo foram de inoperância total, e o nepotismo alcançou o paroxismo. Ele chegou a ter 23 parentes no governo, incluindo a mulher, Clay, que era sua secretária particular. "A diferença é que os meus parentes recebiam salários modestos", disse ele a VEJA. Ah, bom... Para a população, tanto fez como tanto faz. "Ouvi falar que o Jackson saiu e que a Roseana voltou, mas para mim não tem diferença", diz Íris Brito Dias, de 36 anos, que sustenta quatro filhos com os 250 reais por mês que obtém com a coleta de mariscos na periferia de São Luís. "Já votei tanto nele como nela, mas a nossa vida nunca mudou." Já a dos Sarney, sempre dá para melhorar.
NO TAPETÃO
O autoelogio, aliás, é uma compulsão familiar. Apesar de ser proibido colocar nomes de pessoas vivas em obras, ruas ou praças, no Maranhão só dá Sarney. O nome está em avenidas, pontes, hospitais, escolas, bairros, na sede dos tribunais de Contas e de Justiça e até na rodoviária. Se considerado o estado todo, são mais de 400 homenagens a Sarney e seus parentes. O caso mais esdrúxulo é o de Fernanda Sarney, a netinha do ex-presidente, que, aos 6 anos, viu seu nome ser usado para batizar uma escola recém-inaugurada na cidade de Bom Jardim. Como diria Orson Welles, tudo é verdade.
Não que a vida dos maranhenses tenha mudado na gestão do recém-defenestrado Jackson Lago. Seus dois anos de governo foram de inoperância total, e o nepotismo alcançou o paroxismo. Ele chegou a ter 23 parentes no governo, incluindo a mulher, Clay, que era sua secretária particular. "A diferença é que os meus parentes recebiam salários modestos", disse ele a VEJA. Ah, bom... Para a população, tanto fez como tanto faz. "Ouvi falar que o Jackson saiu e que a Roseana voltou, mas para mim não tem diferença", diz Íris Brito Dias, de 36 anos, que sustenta quatro filhos com os 250 reais por mês que obtém com a coleta de mariscos na periferia de São Luís. "Já votei tanto nele como nela, mas a nossa vida nunca mudou." Já a dos Sarney, sempre dá para melhorar.
NO TAPETÃO
A eleição nos tribunais
A destituição de Jackson Lago do governo do Maranhão e a consequente posse de Roseana Sarney suscitou um debate jurídico. Afinal, o que se deve fazer quando um candidato já eleito tem o registro cassado? A Constituição não prevê essa situação. Ela determina apenas que, no caso de presidente da República, se houver dupla vacância – ou seja, se o titular e o vice não puderem exercer o cargo –, uma nova eleição será convocada. Se isso ocorrer nos dois primeiros anos de mandato, a eleição é direta. Se for depois, é indireta, feita pelo Parlamento. A regra costuma ser estendida aos governadores. No caso do Maranhão, no entanto, o Tribunal Superior Eleitoral entendeu que não houve dupla vacância, pois isso se aplica só em casos de morte, doença ou renúncia – e não de cassação. Como a Constituição não é clara, o TSE seguiu o que diz o Código Eleitoral: cassado um dos candidatos, seus votos são considerados nulos. Uma nova eleição só é convocada se o novo total de votos nulos superar 50% dos eleitores, o que não aconteceu no caso do Maranhão. O tribunal decidiu, então, dar posse ao segundo colocado, Roseana.
O problema da decisão é que ela vai contra a vontade da maioria dos eleitores, já que Roseana saiu derrotada das urnas. "A decisão da Justiça está de acordo com a lei, mas, do ponto de vista democrático, falseia a vontade popular", diz o cientista político Rubens Figueiredo. Essa é uma questão que pode dar margem a futuras discussões no Supremo Tribunal Federal. A Justiça Eleitoral precisa, ainda, ser mais célere, pois levou mais de dois anos para julgar o caso maranhense. E a confusão pode aumentar: Roseana também é acusada de cometer abusos na campanha, e ainda não foi julgada. "Se ela for impugnada, pode ser que a Justiça dê o cargo ao terceiro colocado na eleição", diz o advogado Alberto Rollo, especialista em direito eleitoral.
A destituição de Jackson Lago do governo do Maranhão e a consequente posse de Roseana Sarney suscitou um debate jurídico. Afinal, o que se deve fazer quando um candidato já eleito tem o registro cassado? A Constituição não prevê essa situação. Ela determina apenas que, no caso de presidente da República, se houver dupla vacância – ou seja, se o titular e o vice não puderem exercer o cargo –, uma nova eleição será convocada. Se isso ocorrer nos dois primeiros anos de mandato, a eleição é direta. Se for depois, é indireta, feita pelo Parlamento. A regra costuma ser estendida aos governadores. No caso do Maranhão, no entanto, o Tribunal Superior Eleitoral entendeu que não houve dupla vacância, pois isso se aplica só em casos de morte, doença ou renúncia – e não de cassação. Como a Constituição não é clara, o TSE seguiu o que diz o Código Eleitoral: cassado um dos candidatos, seus votos são considerados nulos. Uma nova eleição só é convocada se o novo total de votos nulos superar 50% dos eleitores, o que não aconteceu no caso do Maranhão. O tribunal decidiu, então, dar posse ao segundo colocado, Roseana.
O problema da decisão é que ela vai contra a vontade da maioria dos eleitores, já que Roseana saiu derrotada das urnas. "A decisão da Justiça está de acordo com a lei, mas, do ponto de vista democrático, falseia a vontade popular", diz o cientista político Rubens Figueiredo. Essa é uma questão que pode dar margem a futuras discussões no Supremo Tribunal Federal. A Justiça Eleitoral precisa, ainda, ser mais célere, pois levou mais de dois anos para julgar o caso maranhense. E a confusão pode aumentar: Roseana também é acusada de cometer abusos na campanha, e ainda não foi julgada. "Se ela for impugnada, pode ser que a Justiça dê o cargo ao terceiro colocado na eleição", diz o advogado Alberto Rollo, especialista em direito eleitoral.
ESCÂNDALO DAS PASSAGENS : Lula pede o fima da farra
O pensamento do presidente Lula sobre o uso da cota de passagens aéreas no Congresso, cujos excessos têm sido noticiados em uma série de reportagens exclusivas deste site desde a terça-feira (13) passada.É verdade, o Lulinha paz e amor demonstrou preocupação sobre como a opinião pública tem visto o uso indevido das passagens. E cobrou o fim da farra.Lula lamentou a situação de descontrole a que chegou a questão das cotas, e apontou a necessidade de uma solução rápida para o impasse.
Fonte: Congresso Em Foco
Vale a pena lembrar: Lacre da Rádio Tmbira
Aconteceu no dia 28 de abril de 2008O governador Jackson Lago (PDT) usou reforço policial e determinou o fechamento da RÁDIO TIMBIRA, emissora oficial do Estado do Maranhão, após demitir sumariamente o diretor geral que dissera haver supostos pagamentos ilegais a jornalistas. De forma autoritária, e desconhecendo que antiga Lei de Imprensa de nº 5.250/67, foi revogada de acordo com art. 220 da Constituição Federal, cujo parecer do Supremo Tribunal Federal, determina que contra o jornalista só não pode é mandar bater e matar.Segundo, o diretor Gilberto Lima, que reclamava de falta de recursos até para pagar os funcionários, e que o Secretário Estadual da Comunicação, Zeca Pinheiro, pagava “por fora” a pelo menos dois jornalistas pertencentes a outro sistema de comunicação. Por volta das 10h30, de ontem o governador Jackson Lago telefonou para o diretor da rádio, Gilberto Lima, anunciando a sua demissão. Logo chegou à rádio, a Polícia Militar, representada pelo Chefe da Casa Militar que determinou o lacre dos transmissores da emissora. O governador Jackson Lago alega que a Rádio Timbira passará dez dias fora do ar devido a necessidade de “AJUSTES”.“.Os estúdios da rádio devem ser transferidos para um prédio próximo à Secretaria de Comunicação, ao lado do Palácio dos Leões. Também já foi confirmada a nomeação do jornalista Henrique Pereira para a direção da Rádio, em substituição a Gilberto Lima.
Entregue as chaves da Rádio Timbira
O ex-diretor da Rádio Timbira, jornalista Henrique Pereira fez neste sábado (25) a entrega oficial das chaves do prédio da emissora à secretaria adjunta da comunicação, jornalista Carla Georgina, que conheceu todas as instalações do prédio e conferiu a relação dos bens patrimoniais da emissora.A Rádio Timbira está fora do ar desde o dia 12 de abril, o motivo seria a queda de um raio no parque dos transmissores o que gerou a queima de 10 placas dos módulos de potência, e estas placas não foram ainda compradas.
O novo prédio da Rádio Timbira, que foi adquirido no governo Jackson Lago, fica localizado na Rua do Ribeirão – Centro (antiga residência da família do médico Lauro Jacinto). A mudança agora será feita pela governadora Roseana Sarney.
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